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Edição de 18/07/96 |
Profissão: dona de casa. A cada
dia, menos mulheres se contentam em exercer
apenas funções caseiras. As mais
versáteis já se adaptaram às mudanças, dando sua
contribuição ao comércio. Sem formação
universitária, essas mulheres aproveitam as
atividades do lar na qual se destacam,
transformando-as em fonte de renda.
Carentes de um sindicato que as
represente, cerca de 25% das mulheres que tomam
essa atitude procuram o Serviço de
Apoio à Pequena e Média Empresa (Sebrae). De acordo
com a coordenadora da agência de
atendimento do Sebrae, Verônica Piciura, o negócio que
mais se expande entre as ex-donas de
casa são os bufês infantis.
Habilidade manual, prática na máquina de costura e fogão ou a
simples vontade de se realizar numa área profissional, levam
as esposas a ingressar o mercado de trabalho artesanal. A maioria
conquista a independência financeira e proclama a ascensão dos
negócios numa época em que os maridos lamentam a crise. LEIA MAIS